Vem aí a… ComceptCon 2013: O Fantástico Mundo Q!

Seguindo a tradição, criada no ano passado, a Comcept – Comunidade Céptica Portuguesa, volta a levar o cepticismo e o pensamento crítico à Nazaré para o nosso grande evento anual: vem aí a. . . ComceptCon 2013: O Fantástico Mundo Q!!

Para saberem todos os detalhe do nosso encontro nacional, basta consultar a página do evento!

Entretanto, aqui fica o cartaz oficial!

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Cartaz CompectCon 2013

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34 Responstas a “Vem aí a… ComceptCon 2013: O Fantástico Mundo Q!

  • Olá novamente! Mais uma vez a “chata” de serviço para lhes perguntar (no âmbito das Medicinas Alternativas) se a revista Science & Vie (nº de Outubro), mais precisamente com o seu artigo “Guérir par la Pensée – la preuve en 15 expériences”, também é “treta”!

    • Cara Isabel:
      Desconheço o artigo em causa, pelo que não vou emitir qualquer opinião a respeito do mesmo.

      • Mas conhece a revista Science & Vie, certo? Se pudesse ler o artigo e dar-me o seu parecer, ficaria muito grata, pois, como sabe, é um assunto que me interessa particularmente: a tal consciência que falta na ciência; lembra-se, de anteriores discussões?

        • Conheço a revista: sei que é uma revista francesa de notícias de ciência.
          Como nunca a acompanhei, não tenho opinião formada sobre a sua qualidade.
          O artigo não está disponível online, pelo que será difícil que o chegue a ler.

          • Estou a traduzir o artigo em questão. Podia, depois, enviar-lho e faria o favor de o ler, ou a Diana ou algum/a colega. Seria de uma imensa mais valia obter a opinião de gentes da ciência sobre o referido artigo. Que acha da ideia? Posso mandar-lhe o artigo por e-mail (logo que acabe de o traduzir)?

          • Sim, pode.
            Tentarei lê-lo e emitir uma opinião, desde que esteja dentro das minhas competências científicas.

          • Excelente! Fico-lhe desde já muito grata!

  • E já agora, uma outra pergunta: quem é o orador encarregue da “defesa” da Física Quântica? Ou não há contra-argumentação?

    • A resposta à sua pergunta encontra-se no cartaz e na informação biográfica que encontrará na página do evento.

    • Cara Isabel,

      O orador a cargo da palestra da Física Quântica irá fazer uma apresentação sobre a mesma. Ou seja dizer o que é a quântica. Talvez a partir dela possamos chegar ao que a física quântica não é.

      Não percebo porque razão tenha de ser apresentada uma contra-argumentação. De certo numa palestra sobre biologia não é necessário chamar alguém para apresentar um contra-argumento

      • Só perguntei porque me pareceu notar no cartaz, nomeadamente nas frases “da Química malvada à Quântica milagrosa” e “a Física Quântica, é mesmo uma cura milagrosa?”, uma pontinha de ironia. E, se assim fosse, sem uma contra-argumentação o “ataque”, isto é, a argumentação, seria, digamos, no mínimo, “desleal”!

        Disse que a palestra era sobre biologia!? Desculpe, não estou a perceber… Então não é sobre Física, Química e Quântica?

        • Sim, no cartaz há ironia. E é propositada.
          Afinal de contas, o evento será bem-humorado.

          A referência à biologia no outro comentário referia-se a uma situação hipotética.
          Para falar de Física Quântica convidamos um especialista em Física de Partículas, como pode verificar na página do evento.

          • Obrigada, cara Diana, pelos esclarecimentos. Tenho pena que o evento seja tão longe… gostaria muito de poder assistir!

  • “Contra.argumentação da física quântica”. Ao que isto chegou… [facepalm]

  • Há pessoas ignorantes, há pessoas muito ignorantes, e depois há ainda a Isabel G (que é o tipo de ignorante satisfeito pela sua ignorância e que nunca chegará a compreender nada porque nada quer compreender porque tudo o que procura é apenas “confirmation bias”).

    • E há pessoas muito mal-educadas, muito arrogantes e muito patetas, o que parece ser o seu caso, caro Jorge Xavier. Ao caro Jorge Xavier, por certo, ninguém lhe chamará ignorante, porque isso seria dar demasiada importância a quem não ultrapassou ainda o nível da estupidez básica.

    • Agradecia, tanto ao Jorge como à Isabel, que não argumentassem à base de insultos pessoais.
      Caso volte a acontecer, os comentários serão eliminados.
      Obrigada.

      • Eu agradecia-lhe isso mesmo, cara Diana: que os eliminasse, o meu incluído. O respeito deve ser uma regra básica e peço desde já desculpa por ter reagido a comentários que não merecem resposta.

        Julguei que, num país dito livre e onde a liberdade de expressão ainda é um direito, a caixa de comentários de um blogue fosse o lugar ideal para debater ideias. No entanto, pelos comentários do Jorge Xavier e do Master Troll, parece que é crime ter opinião contrária e trocar ideias para que se faça luz!

        Pessoalmente, só tenho a agradecer a paciência com que os colaboradores do COMCEPT têm discutido (no bom sentido) comigo, apesar das (muito) diferentes perspectivas com que abordamos os diversos assuntos.

  • Vejamos, perante a singela acusação de “ignorante” (difícil de evitar, se consideramos não apenas o seu contributo nesta como noutras threads de discussão deste site), Isabel G diz que os que a acusam de tal são: mal-educados, patetas, arrogantes, estúpidos e arroga-se ainda o direito de chamar a si – mas negando aos outros – o direito da liberdade de expressão. Uau… Para alguém que pretende passar a ideia de tolerância não está mal, não senhor!
    Numa coisa tem toda a razão: os colaboradores da Comcept têm demonstrado consigo uma paciência de Jó que eu, sinceramente, não só invejo como seria incapaz de ter. :-/

  • A Isabel – não necessariamente nestas afirmações e respostas, mas em muitas outras neste blog – mostra uma atitude estranha: por um lado acusa os cépticos/cientistas/racionalistas de terem um pensamento “fechado”, mas comete o maior “pecado” que é o de procurar continuamente a confirmação das suas próprias convicções.
    Ora o pensamento céptico/científico é exactamente o contrário disso mesmo: é a tentativa contínua de deitar por terra aquilo que se gem ppr provado e garantido.
    Já anda por aqui há tanto tempo, que é estranho que ainda não tenha percebido… :(

  • Gostaria de, uma vez mais, pedir aos comentadores que se centrem no tema do post: a ComceptCon 2013.
    A troca de opiniões pessoais entre comentadores contribui em muito pouco para o enriquecimento da discussão.
    A Isabel mostra uma atitude contrária àquela que promovemos na Comcept, mas colocou as suas dúvidas neste post de forma educada.
    Essas dúvidas foram esclarecidas (espero eu).

    Terei todo o gosto em que a Isabel esteja presente na Nazaré e, também lá, coloque as dúvidas que considerar pertinentes.
    Claro que, o mais provável é encontrar respostas que vão contrariar as suas crenças.

  • Cara Diana, muito grata pela sua compreensão e sobretudo pela sua postura!

    Não vou ripostar aos comentários acima. Gostaria apenas de salientar o seguinte: nem eu, que vejo a ciência como uma acção incompleta (ainda que válida) capaz apenas de fornecer “meias-respostas”, nem os caros cientistas, que vêem a ciência como a forma mais exacta e mais completa de aceder ao conhecimento, somos detentores da verdade única e absoluta. O caminho que as pessoas escolhem para aceder ao conhecimento, e dado que o propósito é o mesmo, devem ser respeitados. Que não se concorde, é uma coisa, que se achincalhe é outra e ainda por cima pouco abonatória. Resumindo, e desculpem-me a frase popular “cada macaco no seu galho”, ou seja, os caros colaboradores do COMCEPT seguiram a via científica e eu segui a via filosófica. Não há aqui ninguém superior a ninguém e vice-versa.

    Defendo o princípio de que a troca de ideias, de pensamentos e até de acérrimas convicções contrárias é da maior importância para a formulação de directrizes de pensamento próprias e para reflexões mais profundas: há sempre uma informação qualquer, do “lado contrário”, por mais ínfima que seja, que acaba por completar algum puzzle individual. Todos aprendemos de todos!

    Mesmo que desagrade a algumas pessoas, gostaria de continuar a encontrar aqui um lugar de discussão e debate sensatos, pelo que só não voltarei a este blogue se for unânime a decisão dos colaboradores de que me retire.

    • Isabel, não há uma dicotomia entre Ciência e Filosofia, como pretende dar a entender.
      A Filosofia e as Ciências Naturais estão intrincadamente unidas. Procuram é responder a questões diferentes.
      A Ciência corresponde a um conjunto de métodos de procura e acumulação de conhecimentos. Sabemos que é o melhor método porque é aquele que, ao longo dos anos, tem dado sempre resultados. Resultados esses que são usados para formular novas questões e continuar a procura da compreensão do mundo que nos rodeia.
      Se a ciência não fosse um bom método, um método fiável, não estaríamos aqui a ter esta conversa, recorrendo à tecnologia de que dispomos graças à procura de conhecimento científico!

      E a compreensão da realidade não é feita de opiniões.
      É aí que divergimos completamente.
      Há temas que são opinativos (política, por exemplo), mas há também factos inegáveis (até mesmo na política).
      Como alguém alguma vez disse, e eu creio que já repeti aqui no blog, “cada um tem direito à sua opinião, mas não tem direito aos seus factos”.

      A ciência não fornece meias-respostas. A ciência oferece respostas aos problemas que procura estudar.
      As respostas são sempre “temporárias”, se quiser, porque poderão sofrer alteração face a novas provas. E é muito importante realçar isto: face a novas provas.
      E quanto melhor suportadas forem essas respostas, mais contundentes têm que ser as novas provas que refutem essa resposta (ou esse facto assumido).

  • Entendo a sua posição. E não, não pretendi colocar oposição onde ela não existe. O que referi foi que os caminhos são diferentes mas as conclusões poderão ser as mesmas!

    Creio que já debatemos este tema várias vezes e acabamos sempre por não concordar! :) Portanto, não vou aborrecê-la com a minha obstinação. Acredito que irá compreender um pouco melhor a minha posição perante o assunto quando ler o artigo de que lhe falei (e que ainda não terminei de traduzir). Já agora, para que endereço de e-mail deverei enviá-lo?

  • Amigos se não houvesse cépticos (português lusitano) que seria do mundo????

    • O comentário seguinte do João Neves não foi aprovada por contrariar as indicações já aqui apresentadas.

  • É possível colocarem aqui a morada (link do Google Maps ainda seria melhor) do auditório?

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