Comcept no Diário de Notícias

A edição de ontem, dia 2 de Fevereiro, do jornal Diário de Notícias dedicou uma página à Comcept – Comunidade Céptica Portuguesa e ao cepticismo em Portugal.

Para além de esclarecer algumas dúvidas sobre o movimento céptico, a peça jornalística inclui ainda recomendações de leitura e algumas dicas cépticas.

Aqui fica a notícia!

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Uma comunidade de céticos à caça de tretas em Portugal

“Uma comunidade de céticos à caça de tretas em Portugal” por Patrícia Jesus (Diário de Notícias, 2 de Fevereiro de 2013)

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16 Responstas a “Comcept no Diário de Notícias

  • Óptima notícia! Espero que a imprensa comece a ligar cada vez mais aos cépticos e menos aos crédulos de todas as cores.

  • É que eu também já fui cético a algumas matérias referenciadas. Contudo, há uma relação inversa entre o nível de conhecimento que fui adquirindo e o meu ceticismo, a determinadas matérias (não a todas).

    • Bem, o Jorge vai ter mesmo que se explicar melhor se quer que lhe dê alguma resposta minimamente coerente.
      O cepticismo faz parte da atitude racional e da visão científica do que nos rodeia. Não diminui com a aquisição de conhecimentos, muito pelo contrário.

  • É o meu ponto de vista. Intervi por não concordar de certos conceitos expressos, vindos de pessoas com literacia elevada, Já não estranharia se viessem a partir de analfabetos.

    • Bom, se não concorda com os “conceitos expressos”, então o cepticismo não é o seu ponto de vista.

  • Não concordo quando não correspondem à verdade

    • Tudo o que afirmamos nesta entrevista corresponde à verdade à luz da ciência.

      • É curioso que se fale em matérias e nunca se diga quais. Vê-se que o senhor Relvas não tem qualquer interesse em ter uma discussão inteligente.

  • Não me estava a referir a esta entrevista em concreto. Mas acredito que vão mudar de opinião em relação a determinados assuntos.
    Bom fim de semana.

  • Exma L. Abrantes,
    Porque haveria de me referir a matérias em concreto, se eu quero falar no geral? Não me revejo numa atitude 0% não céptico nem na oposta que seria inevitávelmte a de 100% céptico, mas sim numa atitude critica. Como respeitador, evito que o faccionismo envolvido conduza a debate que inevitavelmente atingiria a dignidade de profissionais, com capacidades intelectuais, que mesmo que revendo-se na posição de cepticismo, havendo motivo para tal, adoptam uma atitude crítica e/ou respeitam os outros , (já que ninguém é o senhor de toda a verdade), contribuindo beneficamente para esclarecer a verdade ou para não a ocultar.
    Julgo que é assim que evolui a ciência verdadeira.
    Bem sei que há corrupção, interesses que se sobrepõem à verdade e aos interesses colectivos, e tenho consciência que, a vários níveis, estou em posição de os identificar. Mas como uma palavra mal dada quando sai da boca pode provocar mais dano que um tiro e mesmo provocar ricochete, principalmente quando potenciada pelos média, opto pela atitude critica.
    Assim, não entendo em que esta posição condicione a inteligência da discussão; presumo ser pretexto para uma mensagem subliminar (habituamente chamam-me Jorge): Devemos de ter em mente que ao lançar o boomerang, que se este não atinge o alvo pode vir ofuscar-nos a mente.
    Agradeço a D.Barbosa o tempo e a forma comedida de linguagem que me concedeu .

    • Caro Jorge,

      Para quem quer falar no geral, levanta muitas particularidades: Afirma que algo não corresponde à verdade (mas não nos diz o quê), fala em corrupção (mas não diz onde). Insinua ataques verbais (mas não os identifica).

      Cumprimentos

      • Simplesmente quero apelar à coerência para que resulte em informação útil, na totalidade, à sociedade.

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