Acupunctura

Por L. Abrantes

[Última Revisão a 7 de Agosto de 2013]

O que é a Acupunctura?

A acupunctura é um sistema antigo de medicina que assenta no princípio que a saúde e o bem-estar estão relacionados com a fluidez da força vital (Qi ou Chi) no corpo humano. Considera-se que o bloqueio dos meridianos pelo qual flui o Qi  provoca a doença. A técnica consiste em inserir agulhas sobre determinados pontos ao longo dos meridianos para remover bloqueios e encorajar a fluidez da força vital. [1]

Autoria: L Abrantes

Esta é a visão mais corrente sobre a Acupunctura. Mas nem todos os aqueles que praticam acupunctura advogam a existência da força vital ou mencionam sequer os meridianos.  Por exemplo, a Sociedade Portuguesa médica de Acupunctura, no seu site, refere

“A Acupunctura é uma técnica que utiliza a capacidade natural do corpo de retornar à normalidade.
Os efeitos terapêuticos da Acupunctura são obtidos quando, através da inserção de agulhas sólidas e extremamente finas nos tecidos (normalmente a pele os músculos), o seu médico consegue modular o funcionamento do Sistema Nervoso, do Sistema Endócrino, do Sistema Imunitário e das glândulas exócrinas.

As Origens

A Acupunctura reclama o estatuto de prática medicinal mais antiga do mundo ainda em prática no mundo actual. No entanto, as origens desta terapêutica não são claras.

Um manuscrito datado de 168 a.C. encontrado nos túmulos de Mawangtui nos anos 70 espelha a medicina que era praticada durante os séculos III-II a.C na China. São várias as terapias e conceitos mencionadas nesses textos, desde massagem, moxabustão* e dietas. Não há, no entanto, qualquer referência à prática de acupunctura. [2]

A primeira referência escrita, embora indirecta, à acupunctura surge num texto datado de 90 a.C. [2] O cronista Sima Qian (145-87 a.C) descreve um julgamento em que um indíviduo é acusado de má conduta por utilizar uma tecnica desconhecida pela qual conseguia manipular o Qi e afectar as influências maléficas que tinham entrado no corpo. [3]

Apesar da dificuldade em situar a origem da prática, parece ser consensual que outras práticas terapêuticas antecederam a acupunctura, tendo influenciado decisivamente o desenvolvimento dela: a cauterização, a punção** e flebotomia (sangria). [2]

A descoberta de corpos mumificados nos quais são visíveis tatuagens terapêuticas, como aquelas do Homem do Gelo, e outra múmias pré-históricas descobertas na Sibéria e no Perú, vieram acrescentar novos dados à história da acupunctura. Estas tatuagens que decoram o corpo destes homens parecem ter um fundamento comum. E por estarem localizadas próximos de pontos tradicionalmente associados à acupunctura, levaram alguns investigadores a considerar que estas tatuagens neolíticas precedem a acupunctura e levantam mesmo a hipótese desta prática ser mais antiga e ter tido uma origem mais abrangente do que aquela que inicialmente se acreditava. [4]

Estas tatuagens, semelhantes aquelas que ainda subsistem, por exemplo, no Tibete, onde são associadas à punção com agulhas e à administração de ervas medicinais, aparentam estar relacionadas com a tentativa de manter o equilíbrio entre o mundo natural e o mundo espiritual. [4]

É provável que o conjunto destas práticas, especialmente a sangria seja a base que dará dar origem à acupunctura num longo processo de sistematização de conceitos e principíos filosóficos. A sustentar esta proposta, estão as “agulhas” que foram encontradas nos sítios arqueológicos e os instrumentos referenciados no Cânone do Imperador Amarelo que são consistentes com a prática da punção** e indução de sangramento, tal como foi praticada ao longo de um milénio na Europa.  [2] [4] [6]

Igualmente a sustentar a origem da acupunctura na prática da sangria está o facto da ideia principal da teoria de doença no pensamento chinês antes do século XX ser o sistema vascular, ou seja, os meridianos e não os pontos de acupunctura como na actualidade. [2]

Conceitos e Filosofia

Em diferentes culturas e tradições da Antiguidade, a prática da punção aparenta estar ligada também à fluidez daquilo que é considerado a força vital (adquirindo vários nomes, conforme a cultura – Qi (China) Prana (Indía), pneuma (Grécia). [4]

A digestão extrai o Qi da comida e da bebida. Ao mesmo tempo, a respiração extrai o Qi do ar. Estas duas formas de Qi concentram-se no sangue do corpo dos seres vivos e é a qualidade e o equilíbrio deste elemento que determina a saúde. [4] De notar que apesar da tradução mais frequente para Qi ser “energia”, parece ser evidente que o conceito não está relacionado com a ideia de energia no Ocidente. O caractere que representa Qi é traduzido literalmente por “vapor que sai da comida” [2]

Acreditava-se, assim, que o Qi acompanhava o Sol no seu percurso anual pelo globo celeste e circulava numa rede de 12 canais primários (no século XX estes canais serão apelidados de meridianos pelo francês George Soulié) A crença numa correlação cosmológica entre as Casas do Zoodíaco chinês e as vias do corpo estão relacionadas com a concepção do Homem como um micro-cosmos que imita o macrocosmos. Este epistema é transversal ao mundo antigo, desde o mediterrâneo ao norte da Europa. [4]

Estas vias imaginárias corriam o corpo humano da cabeça aos pés e interligavam cerca de 360 pontos na pele (O número varia entre 360 e 365) . Nesta concepção, cada parte do corpo correspondia a uma das casa do zodíaco chinês e consiste em 12 divisões de 2 horas (30°). [4]

É esta ligação entre o corpo do ser humano e o cosmos – na concepção geocentrica – que faz com que até ao século XVII, os Europeus tenham baseado a prática da medicina (fundamentalmente as sangrias e purgas) em torno de datas específicas no calendário. Para tal, recorriam a tabelas de efémerides astronómicas para localizar alinhamentos, e conjunções astrológicas de forma a decidir qual o momento mais auspicioso para a prática médica.[4]

É provável que tenha sido este mesmo princípio que esteja na origem dos meridianos na Acupunctura. Os textos Zhenjiu Dacheng e outros textos pre-científicos centram-se mais nos céus e na astronomia que na anatomia humana. São manuais onde a Astrologia e a medicina se cruzam. É uma das razões pela qual as designações dos meridianos principais representam a posição angular do sol. [6]

Tabela comparativa entre a astromedicina muçulmana e medieval e a teoria de acupunctura traditional. Por exemplo: LU7, um ponto no meridiano dos pulmões é o ponto comando para a cabeça e pescoço; LI4, um ponto importante para o meridiano do Intestino grosso controla a cara e a garganta; O meridiano dos rins controla os genitais; SP4 no meridiano do Baço é usado para maleitas do peito, seios e estômago. [Tradução da descrição da Tabela no artigo do Science-Based Medicine]
Zodiaco Ocidental 
Graus
Regiões – Orgãos
    jjjjjj……………jjj
Zodíaco Chinês 
Horas
Meridianos  Orgãos
Carneiro
0°-30°
Cabeça
 
Tigre
3AM-5AM
Pulmões
Touro
30°-60°
Pescoço, Garganta
 
Coelho
5AM-7AM
Intestino Grosso
Gémeos
60°-90°
Pulmões, braços, ombros
 
Dragão
7AM-9 AM
Estômago
Caranguejo
90°-120°
Peito, seios, estômago
 
Cobra
9AM-11AM
Baço
Leão
120°-150°
Coração, Costas superiores
 
Cavalo
11AM-1PM
Coração
Virgem
150°-180°
Abdomen,  sistema digestivo
 
Carneiro
1PM-3PM
Intestino delgado
Balança
180°-210°
Região lombar, Rins
 
Macaco
3PM-5PM
Bexiga
Escorpião
210°-240°
Genitais
 
Galo
5PM-7PM
Rins
Sagitario
240°-270°
Ancas, Coxas
 
Cão
7PM-9PM
pericárdio
Capricornio
270°-300°
Joelhos, ossos
 
Porco
9PM-11PM
San Jiao
Aquario
300°-330°
Pernas, Tornozelo, calcanhar,
 
Rato
11PM-1AM
Vesícula biliar
Peixes
330°-360°
Pés
 
Boi
1AM-3AM
Fígado

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Uma outra ideia subjacente à forma de entender o bem-estar prende-se também com dois conceitos opostos e complementares – Yin e Yang. Outra importante filosofia prendia-se com as 5 fases ou os 5 elementos – água, fogo, metal, madeira, terra (solo).

A aplicação destas ideias à medicina não era linear. Existiam várias escolas com correntes de pensamento diferentes e por vezes em contradição umas com as outras.

De acordo com Ben Kavoussi, a origem da acupunctura pode ter como princípio as mesmas correntes de pensamento que guiaram o desenvolvimento da prática médica ao longo de toda a Idade Média na medievalidade europeia e no mundo islâmico. Nomeadamente, na prática de sangrias e nos conceitos de astromedicina e de noções de equilíbrio capazes de assegurar a saúde . Existem evidências de fragmentos do texto de Avicenna e outros textos persas e árabes terem sido traduzidos durante a Dinastia Yuan (1271-1368). [4]

A evolução da prática da Acupunctura ao longo dos últimos séculos: Da prática de sangria à prática gentil, milenar e holística.

RHYNE, Willem ten (1647-1700). Dissertatio de arthritide: Mantissa schematica: De acupunctura: et orationes tres, I. De chymiae ac botaniae antiquitate & dignitate: II. De physiognomia: III. De monstris. London: R. Chiswell, 1683. [SGC RBK R.91]

RHYNE, Willem ten, Dissertatio de arthritide: Mantissa schematica: De acupunctura: […] London: R. Chiswell, 1683. [SGC RBK R.91]

A Acupunctura desenvolveu-se ao longo do segundo milénio na China ao lado de outras práticas, como o uso de ervas medicinais, dietas e moxabustão. Como a prática de dissecação era proibida, esta prática sobreviveu sem um real conhecimento anatómico.[7]

Durante a Dinastia Ming (1368-1644) foi publicado o Compêndio de Acupunctura e Moxabustão. Nele estão descritos um conjunto de 365 pontos de acupunctura que, de acordo com A. White e E. Ernst, são usados ainda hoje na actualidade. [7] No entanto, David Ramey refere que os textos antigos não nos dão indicações precisas da localização dos pontos de acupunctura. [8]

Durante o século XVII, o interesse pela acupunctura sofreu um considerável declínio. A administração de ervas medicinais e cauterização, pelo contrário, parecem ter sido as práticas médicas mais generalizadas.  A acupunctura ficou relegada para a prática de “rua”, feita por homens e mulheres iletrados, praticamente sem treino. [8] [9]

É no final desse mesmo século que  Willem ten Ryhne, um holandês ao serviço da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais (WIC) no Japão, escreve aquele que terá sido o primeiro tratado europeu sobre acupunctura, Dissertatio de Arthritide: Mantissa Schematica: De Acupunctura: Et Orationes Tres, publicado em  1683. Ten Ryhne terá sido também o responsável por ter cunhado o termo acupunctura. [10]

Apesar de não descrever a filosofia que estava por detrás da prática, ten Rhyne descreve a prática de “picar com uma agulha”, por vezes gentilmente, outras com o auxílio de um martelo. Também faz a identificação dos pontos de acupunctura e identifica os pontos e as linhas que os unem como veias. [10] (No texto em hyperlink, esta identificação é assumida como um erro da parte de ten Rhyne)

[adenda a 7.8.2013]  Num livro publicado em Portugal no ano 1733 [18] consta uma longa descrição sobre as práticas médicas no Oriente tendo como base o livro de ten Rhyne. Nessa descrição, é dito por duas vezes que a prática de sangria era repudiada porque não lhes parecia bem a perda de tal substância vital para a vida. Antes, afirma-se que “nenhuma sorte se corrige melhor o sangue que com o afoguear diversas partes do corpo, ou picá-las com uma agulha, que mandam fazer especial para esse efeito.” [18a]

Na China, durante o século XIX, os avanços da medicina fizeram relegar as práticas tradicionais para o campo da superstição. Em 1822 um édito do Imperador Daoguang (1782-1850) baniu a prática e o ensino da acupunctura da Academia médica Imperial, sendo a prática considerada uma barreira ao progresso da medicina. [7]  O mesmo acontecerá no Japão em 1875. No ano 1929, a China criminalizou a prática. [2] [7] [9] [6]

Durante o período entre 1927-36, são praticamente inexistentes as menções a “medicina” tradicional chinesa e não são publicados quaisquer artigos sobre acupunctura nas revistas científicas. [8]

Nos anos 30, um pediatra chinês, Cheng Dan’an (1899-1957) tendo estudado no Japão, propôs a recuperação da terapia de agulhas porque a sua acção poderia ser explicada pela neurologia. Tendo como base os conhecimento de anatomia e fisiologia, reposicionou os pontos de modo a fazê-los coincidir com as vias nervosas e a desviá-los das veias, onde anteriormente teriam sido usados para as sangrias. [4] [6] [9] [11] [12]

RHYNE, Willem ten Dissertatio de arthritide[...]: De acupunctura:[...] London: R. Chiswell, 1683. L0029014

RHYNE, Willem ten Dissertatio de arthritide[…]: De acupunctura:[…] London: R. Chiswell, 1683. L0029014

Cheng Dan’an também é responsável pela introdução de um novo tipo de agulha que irá substituir os modelos anteriores. Em vez das agulhas grossas, a prática desta terapia usará, exclusivamente, o uso das agulhas filiformes que hoje associamos à acupunctura contemporânea. [4] [6]

A reforma de Cheng Dan’an será um sucesso. A  escola de acupunctura que Dan’an fundou na China e os seus 3 livros sobre o tema permanecerão uma referência para a prática da acupunctura até hoje. Dan’an serviu nos comités nacionais com intuito de introduzir reformas na educação e política médica após a Revolução Comunista em 1949. [9] [11]

Em 1950 Cheng Dan’an terá abandonado a ideia da eficácia funcionar apenas através dos nervos, tendo atribuido a eficácia ao poder do Qi e ao estímulo dos nervos. [11]

É no seguimento da Revolução Comunista em 1949 e à tentativa ideológica de ressuscitar uma prática nacional capaz de providenciar um sistema de saúde barato para grande parte da população que a Medicina Tradicional Chinesa, incorporando agora a acupunctura reformada por Dan’an, ganha um verdadeiro fôlego. [1] [2] [7] [9] [10]

Numa nota curiosa, a acupunctura auricular (feita exclusivamente na orelha) foi inventada por um francês em 1957. [13]

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No Ocidente

Durante o século XIX na Europa houve algumas tentativas de aliar o mecanismo da acupunctura com as descobertas científicas da época, substituindo-se o conceito oriental de Qi com a electricidade no corpo. Ainda no século XIX a Acupunctura continuou a gerar bastante curiosidade no mundo ocidental, chegando a ser publicado em 1836 na Lancet um estudo sobre a eficácia do tratamento.  No entanto, pouco depois o interesse pela prática diminui, provavelmente como reflexo de algum preconceito em relação à China durante as guerras do Ópio. [1]

É só após a visita à China feita por Henry Kissinger em 1971, como preparação para a visita histórica de Nixon,  que a acupunctura merece uma atenção séria no mundo ocidental. Um dos jornalistas que acompanhava a comitiva, James Reston sofreu um ataque de apendicite durante a visita, sendo obrigado a recorrer a cirurgia no hospital Anti-imperial em Pequim. Após a operação, tendo ainda dores, foi tratado com acupunctura, “que teve o efeito de distrair a atenção de Reston do abdómen para o local onde estava a ser inserida a agulha”. A experiência foi relatada num artigo publicado pelo New York Times a 26 de Julho de 1971. [1] [14]

A leitura que se fez do artigo em questão provocou uma verdadeira onda de curiosidade e enganos que se prolongam até aos nossos dias. Notícias de cirurgias feitas usando apenas acupunctura em substituição de anestesia começaram a ser recorrentes. Estes feitos, credibilizados por relatos feitos por médicos norte-americanos, tiveram um efeito muito positivo e imediato na popularização da acupunctura nos Estados Unidos. [1] [15]

Cirurgia usando anestesia com acupunctura.Crédito: Dr. Rosenfeld

Cirurgia usando anestesia com acupunctura.
Crédito: Dr. Rosenfeld

Gradualmente começou a ser notório que os relatos e os vídeos que demonstravam pacientes a serem operados com recurso a acupunctura como anestesia eram o resultado de observações ingénuas de médicos e observadores ocidentais não habituados à manipulação e à propaganda política. [1] [16] [17] Não obstante, é possível ainda hoje encontrar vários relatos acríticos e publicidade sem fundamento sobre a existência da “anestesia feita por acupunctura”.

A popularidade da Acupunctura está ligada também ao clima dos anos 60 e 70 – a ideologia hippie, ao novo culto pelo oriente, a ressurreição da mística oriental, do oculto e também uma profunda imersão no pensamento pós-moderno que tende a ver a ciência como apenas um discurso sobre realidade como todos os outros. [4b]

 Conclusão

A Acupunctura, tal como a conhecemos na actualidade, está longe de ser uma terapia milenar. Aparenta, no entanto, ter uma origem nas concepções vitalistas que percorreram todo o globo desde o Neolítico. Nascida dos conceitos da astromedicina e englobando a prática das sangrias, sofreu uma grande transformação durante o século XX e permanece ainda hoje envolta em equívocos.

Sobre esta evolução aqui proposta, recomendo a leitura do artigo escrito por Ben Kavoussi The Untold Story of Acupuncture.

Fontes:

[1] Trick or TreatmentEdzard Ernst, Simon Singh

[2]  Acupuncture: A History

[3] Points in time: Some reflections upon the origins of Acupucture

[4] Astrology with Needles é um excerto de um artigo que Ben Kavoussi escreveu para a revista Focus on Alternative and Complementary Therapies, 2009 com o nome “The Untold Story of Acupuncture”. O artigo completo, embora sem as devidas referências pode ser lido no blog [4b] DeQuackwatch

[5] A medical report from the stone age?

[6] The Acupuncture and Fasciae Fallacy

[7] A Brief History of Acupuncture

[8] Acupuncture Points and meridians do not exist 

[9] The Development of Modern Chinese Acupuncture and Why It Matters to Us in the West

[10] On acupuncture

[11] Cheng Danan 

[12] Bleeding Peripheral Points

[13] History of Ear Acupuncture

[14] Now, Let Me Tell You About My Appendectomy in Peking…

[15] Questioning Dr. Isadore Rosenfeld’s China Acupuncture Story

[16] Acupuncture Anesthesia– A proclamation of Chairman Mao I

[17] Acupuncture-anesthesia-redux

[18] [Acrescento feito no dia 7.8.2013] José Rodrigues de Abreu, Historiologia Médica, 1735.

[18a] Citação retirada da versão online de Historiologia Médica.

Glossário

*Moxabustão- Aplicação de Moxa na pele. Cone, bastonete ou mecha de cotão ou algodão com substâncias que são queimadas e usadas com fins terapêuticos na medicina tradicional chinesa, nomeadamente. através da cauterização da pele.

** Punção –  Introdução de instrumento pontiagudo numa cavidade ou tecido para recolha de material, para retirar líquido ou para introduzir uma substância (ex.: punção lombar). (Priberam)

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Este artigo foi publicado, originalmente em duas partes. Para comentar os assuntos aqui tratados, ver:

1 – As Origens da Acupunctura e

2 – Acupunctura: uma pratica milenar?

Sobre a eficácia do tratamento, recomendo a leitura do artigo do João Coutinho, Um olhar céptico sobre a Acupunctura.

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